Existirão novas profissões a partir de 2026 por conta de diversas mudanças e também, da inovação natural que estamos vivenciando. Dados doEuropean Centre for the Development of Vocational Training (CEDEFOP).
Alguns fatores contribuem para essa mudança. São elas:
- Digitalização;
- Transição energética;
- Mudanças climáticas e demográficas;
- Urbanização
- Inteligência artificial.
No setor de energia verde, o relatório da International Renewable Energy Agency (IRENA) mostra que em 2023 já havia ~16,2 milhões de empregos em renováveis, com crescimento de ~18 % em um ano.
Ou seja: o mundo do trabalho vai se reconfigurar — quem tiver visão, vai surfar bem essa onda. E para você, que já entende de Mercado Livre de Energia, Geração Distribuída… bom, pode representar uma vantagem competitiva forte.
Destaque: “Vendedor de Energia” (ou “Consultor Comercial de Energia”)
Essa profissão vai entrar forte no Brasil (e já está em outros mercados) justamente porque:
A abertura do mercado livre de baixa tensão significa que consumidores (empresas, comércios, residências maiores) vão poder escolher fornecedor/gerador de energia, negociar contratos, créditos de GD, geração compartilhada, etc.
Portanto, é necessária uma ponte comercial-técnica: alguém que entenda energia, entenda crédito de energia, entenda regulação, e ao mesmo tempo saiba vender, negociar, construir relacionamento — e não apenas “fornecer energia”, mas entregar benefício, “modelo de negócio”, “economia para o cliente”.
No mundo, as profissões ligadas à transição energética são apontadas como de crescimento. Por exemplo: “Renewable energy engineers”, “energy transition specialists”. EIT Deep Tech Talent Initiative+1
No seu caso, você que já atua na comercialização de energia, GD, etc, pode se posicionar como “vendedor de energia” (ou “consultor de energia distribuída / Mercado Livre”) com vantagem competitiva: histórico, conhecimento técnico+comercial.
Para se dar bem: vai precisar de habilidades de venda tradicional (relacionamento, pipeline, fechamento) + conhecimento técnico-regulatório (como funcionam créditos, tarifa, geração distribuída, contrato de energia, mercado livre) + capacidade de explicar valor ao cliente (quanto ele economiza, sustentabilidade, ESG etc).
No Brasil, com o avanço da GD e da abertura de mercado (inclusive você citou geração compartilhada de créditos), essa função vai migrar de “abordagem genérica de energia” para “solução energética para cliente”.
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